Imprensa

Data
Notícia
15.07.2012

(excerto) Entrevista da Dra. Cândida Almeida (Revista Tabu - Jornal Sol, 13.07.2012)

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A Inspecção Tributária (IT), por exemplo, está na origem de processos como o Furacão e o Monte Branco. Tem elementos suficientes da IT?

Não, mas a equipa é fantástica, desdobram-se e fazem um trabalho que quase parece a multiplicação dos pães.

Porque é que o DCIAP tem preferido recorrer à IT, em vez da PJ?

A IT tem de estar sempre presente nos crimes tributários porque são os especialistas na matéria, de contrário iríamos para uma busca sem saber que documentos procurar e trazer, bem como levar a cabo uma investigação altamente especializada sem norte e sem estratégia.

E porque é que a PJ não tem participado nas grandes operações do DCIAP?

No Furacão, a direcção da DCICCEF (departamento de combate à corrupção da PJ), à data, disse que não estava em condições de assumir a investigação porque o processo tinha nascido com a IT e eles não queriam a IT. E não estavam preparados para apresentar propostas de diligências. (...)